Aqui estão duas fotos da minha maquete pronta. A execução foi bem complicada, pois tem que ter muita precisão e tempo para recortar e colar tudo.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Exercício 3 - Texturas e Calungas
Eu refiz duas etapas deste exercício: a exploração da textura e a variação dos calungas.
Estas três primeiras fotos mostram um cenário feito com papel crepom verde em um lado da caixa, e com uma abertura horizontal no lado oposto coberta com papel celofane amarelo. O papel crepom é para dar textura e inclinação, ou seja, a parede é cheia de irregularidades. E, além disso, eu variei os calungas para dar noção de dimensão e escala.
Foto 1
Foto 2
Foto 3
Já estas outras fotos mostram um cenário feito com "eva" listrado, e uma outra abertura (como se fossem duas janelas grandes) coberta com papel celofane azul. O eva é para variar a textura e dar inclinação, pois a parede ficou arredondada. E aqui eu também coloquei dois calungas para variar a escala dentro da caixa.
Foto4
Foto 5
Foto 6
Foto 7
Foto 8
domingo, 22 de abril de 2012
Exercício 1 refeito
No primeiro dia de aula realizamos dobraduras com papel sulfite. O objetivo do exercício era dar funções para essas dobraduras junto com a noção de escala, então usamos calungas para referenciar a função dos objetos.
Nesta foto eu usei duas dobraduras para representar um pinheiro de natal.
Já esta foto representa uma escultura monumental. Eu usei quatro tipos diferentes de dobraduras para esta escultura, e troquei o calunga para variar a escala e dar noção de tamanho.
Aqui as dobraduras representam um quiosque na beira da praia com uma cobertura em caso de chuva.
Esta dobradura representa um túnel para passagem apenas de pedestres.
Este outro típo de dobradura representa uma galeria de arte com várias entradas para os visitantes.
Esta dobradura representa um túnel para automóveis, e o pontinho verde que tem ao lado do caminhão é um calunga bem pequeno para dar a noção de tamanho entre ele e o caminhão, e entre ele e o túnel. Também podemos ver que o túnel é bem grande em relação ao caminhão.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Exercício 4: Espaço, Corte e Luz
Exercício 4: Para este exercício precisamos de uma caixa de sapato e, a partir dela, criamos cenários onde a luz seria focalizada em um elemento arquitetônico. A incidência da luz podia ser zenital ou lateral, porém ela tinha que estar em um ponto estratégico para evidenciar o elemento.
Antes de criarmos os cenários deveriam ser feitos desenhos de cortes para planejarmos como seria a incidência da luz, quantos pavimentos a caixa teria e onde se posicionariam as escadas.
As duas próximas fotos demonstram a incidência zenital da luz em uma obra de arte, o Abaporu, da Tarsila do Amaral; e a luz também evidencia a escada, outro elemento arquitetônico.
Já nesta foto, eu focalizei a luz apenas no sol do quadro para dar outro efeito. Os calungas dão a noção de escala da obra de arte, pois ela é bem maior que eles.
Esta última foto do cenário é apenas para mostrar a caixa como um todo, pois a luz não está focalizada. A caixa tem dois pavimentos e uma abertura central para evidenciar o quadro.
Aqui eu criei outro cenário, para mudar a incidência da luz e a escala.
Nas duas primeiras fotos a incidência da luz é lateral e evidencia um escultura de Michelangelo, chamada Davi. A escada também é iluminada para dar outro destaque no cenário.
Nesta foto eu apenas acrescentei mais uma luz no ambiente e a caixa ficou mais iluminada, mostrando ela inteira. Aqui podemos ver que há um terceiro andar com mais nitidez, pois na foto de cima ele está totalmente escuro.
Neste cenário eu criei um terceiro foco de luz para evidenciar outro elemento arquitetônico: a segunda escada. Portanto, nesta foto e na seguinte, temos o foco na escultura e nas duas escadas, deixando o terceiro andar escuro. As duas aberturas são laterais.
Já aqui o terceiro foco da incidência de luz muda: ao invés de ele estar na segunda escada, ele está no terceiro andar, evidenciando o calunga e a sacada, e a escada deixa de ser um elemento destacado.
Esta foto também tem o terceiro foco na sacada, porém eu acrescentei outra luz no ambiente e a foto ficou bem diferente. Conseguimos ver a parede vermelha no fundo, mas a luz faz perder um pouco o foco nos elementos destacados, ou seja, a luz fica difusa.
As duas próximas fotos são para demonstrar bem a diferença entre os elementos destacados: na primeira foto é o terceiro pavimento, e na segunda é a escada. Porém, tanto em uma quanto na outra, a escultura e a escada inferior continuam recebendo a incidência da luz.
As duas últimas fotos também mostram a mudança no terceiro foco, mas com uma outra luz no ambiente que deixa a caixa mais clara.
Aqui estão os desenhos dos cenários mostrando as partes iluminadas e as escuras.
terça-feira, 10 de abril de 2012
Exercícios de Legos Refeitos
Exercício 2: Espaço e Volume
Etapa 1: cheios, vazios e tensãoNesta etapa tinha-se que montar um sólido no qual a parte externa deveria ser lisa e a parte interna deveria conter irregularidades. Depois o proposto era desmontar o sólido e remontá-lo de uma outra maneira, a fim de que fossem criados espaços cheios e vazios, porém mantendo a configuração inicial do sólido.
Esta foto representa o sólido com a parte externa lisa.
Aqui esta o sólido com a parte interna contendo irregularidades.
Sólido dividido em duas partes.
Aqui está o sólido remontado, sem perder a figura inicial; porém a forma dele está mais quadrangular. Eu fiz algumas subtrações de peças para encaixar as duas partes do sólido e formar esta imagem.
Esta foto representa uma das faces do sólido. Podemos perceber que há um vazio desde a base até o "terceiro andar", que foi feito pelo processo de subtração.
Aqui é a outra face do sólido mostrando um vazio só na base, e o resto dos espaços cheios.
E esta última foto representa tudo: os cheios e vazios criados tanto na parte interna quanto externa. O sólido continuou vazado por dentro, mas com vazios entre a estrutura dele também.
Etapa 2: tensão entre volumes
Nesta segunda etapa foi proposto montar um sólido com a parte externa e interna lisa, porém deveria haver um vazado no meio para encaixar outra figura. As duas figuras deveriam ter movimento vertical entre si, para explorar a relação de tensão entre elas.
Como a figura que é mais larga (azul e amarela) esta atuando como base, temos a sensação de estabilidade entre estes dois objetos, pois a torre vermelha não tem como cair.
Já nesta foto, a peça maior começa a ser movida para cima, e a sensação que temos é de que ela é muito pesada e a qualquer momento pode descer. Portanto não há muita estabilidade entre as duas peças.
Aqui a peça maior está no meio da torre vermelha, dando a noção de equílíbrio entre as duas figuras.
A sensação criada nesta foto é de que a peça maior vai descer rapidamente, pois o que está segurando ela lá em cima é apenas a tensão entre as duas figuras, ou seja, aqui há muita tensão.
Esta última foto mostra a relação de total instabilidade entre as duas figuras, porque a peça maior e mais pesada esta sendo sustentada por uma peça mais leve, ou seja, perece que as duas vão tombar. Portanto, à medida que a peça mais volumosa vai subindo, mais instabilidade é criada e mais tensão é gerada.
Etapa 3: tensão entre planos e volumes
Na terceira etapa deveríamos adicionar uma base e uma cobertura às figuras criadas na etapa dois. Assim o exercício explora, além da tensão entre volumes, a tensão dos volumes com a cobertura.
A figura demonstra bastante estabilidade porque a peça mais pesada está na base. A cobertura em cima dá uma sensação de leveza, não interferindo na relação entre as duas outras peças.
A peça azul e amarela está no meio da torre vermelha, mostrando equilíbrio entre as proporções, porém há bastante tensão para ela conseguir ficar naquela altura. A cobertura continua fazendo tensão apenas na torre, não se relacionando com a outra peça. E aqui podemos ver que existe uma base sustentando o restante da estrutura.
Quando a peça mais volumosa chega na altura máxima, o peso e a tensão se concetram todo na parte superior da figura, dando a noção de completa instabilidade, que tudo vai cair, porque a base que sustenta é muito pequena.
Já nestas três últimas fotos, a base que sustenta toda figura é maior, demonstrando mais estabilidade que as fotos anteriores. Mesmo com a peça mais pesada na altura máxima, criando maior tensão, não parece que a figura vai cair por causa da base mais larga e da cobertura mais leve, ou seja, percebe-se muito mais equillíbrio e estabilidade.
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